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Entrevista / 19 de agosto de 2022 - 11H 02m

Eleições 2022: Galeguinho diz que cultura será bandeira do mandato na Câmara dos Deputados

O Blog do Velame está realizando uma série de entrevistas com os candidatos a deputado estadual e federal com domicílio eleitoral, em Feira de Santana. Cada candidato é convidado a responder 5 perguntas, que são iguais para todos e buscam apresentar ao eleitor as ideias e propostas de cada um. O nosso quarto entrevistado é o vereador, eleito em Feira com 1783 votos, Galeguinho, do PSB, que busca um mandato na Câmara dos Deputados. Na entrevista, o candidato, apesar de ser de um partido que apoia Jerônimo ao governo do Estado, declarou estar “totalmente fechado” com ACM Neto.

Confira:

1 – Caso eleito, qual será a principal bandeira do seu mandato?

Eu defendo a cultura como a minha principal bandeira, e não poderia ser diferente. Prezo que os trabalhadores da cultura sejam mais valorizados e amparados.

É edificante ao jovem, forma de personalidade, apura os seus gostos, o faz fugir do senso comum. O adolescente culto abre pra si um leque muito grande de oportunidades.

Digo isso com total conhecimento de causa: o acesso à cultura me transformou!

Foi da música que por muitos anos tirei meu sustento e foi ela quem me fez conhecido à ponto de hoje ser vereador de minha cidade. Sou muito grato e quero que essa bandeira seja cada vez mais difundida e fortificada.

2 – Feira de Santana é sua principal base eleitoral? O que pretende fazer pelo desenvolvimento da cidade?

Por ser minha terra natal, onde fiz minha fama e onde venho tendo reconhecimento pelo bom trabalho empregado como vereador na cidade, é inegável que minha grande base eleitoral venha daqui.

Quero servir de ponte entre o governo municipal e o federal, um correspondente lá em Brasília à serviço da população feirense, amplificando a voz do meu povo e fazendo chegar mais facilmente à quem possa nos ajudar em votação de projetos que facilitem a captação de recursos para obras locais.

3 – Na sua opinião, qual principal problema da Bahia atualmente e o que o senhor pode fazer pra ajudar?

A Bahia é muito grande e tem potencial imenso de crescimento. Agropecuária, indústria, mineração e turismo. Sempre estamos em destaque na região nordeste e no país quando o assunto é economia. O problema é a população acaba não aproveitando os benefícios que essa posição deveria proporcionar.

Aumento de iluminação e vigilância pública onde não há, brigar por melhores equipamentos para nossa polícia, ampliação de pavimentação das vias e construção de redes de esgoto e revitalização de áreas que hoje não são bem aproveitadas.

Dinheiro pra isso tem, mas são necessários bons projetos para convencer aos colegas parlamentares à aprovarem em plenário.

Minha função nesse caso é angariar apoio com projetos bons, eficientes e maduros, buscando recursos agora em âmbito federal para sua aplicação.

4 – Qual é a estimativa de gastos para a sua campanha?

Olha, durante meu mandato venho doando grande parte de meu salário à instituições de apoio social, e eu sei que para eles esse dinheiro fez muita diferença. Dei isso como exemplo pois é fato que esse dinheiro para Fundo Eleitoral poderia ser melhor empregado se destinado à outras coisas.

Claro que é investimento necessário para alguém que queira ser político: se fazer conhecido, fazer suas propostas de candidatura serem vistas. Porém, acho que uma campanha, pra ser vencedora, não precisa custar muito. Sobretudo hoje com nosso eleitores bem engajados nas redes sociais.

Faremos o possível para que boa parte desse investimento venha de doação de colaboradores, pessoas que acreditam e apoiam nosso trabalho, preservando ao máximo a verba do Fundo Eleitoral. O eleitor pode ficar tranquilo que a transparência que sempre houve, desde minha candidatura à vereador de Feira, sempre se manterá.

5 – Quem o senhor apoia para Governador e para Presidente?

Para governador, fechado totalmente com ACM Neto! Um excelente gestor! Nasceu e foi criado em ambiente político, sabe como se comunicar com o povo e não o deixa desamparado, leva suas pautas às altas cúpulas da política e as traduz de forma clara, por isso é, e deve ser, muito respeitado de todos os lados. O admiro muito!

Para presidente, o Lula! Não tem como eu não apoiar alguém que ao fim de sua gestão fez o mundo discutir a entrada do Brasil ao G8, fomos a 6ª maior economia do mundo. Não posso ser contrário à alguém que tão bem amparou e cuidou de nossa cultura, minha principal bandeira, com diversos incentivos e projetos. Meu voto e apoio são integralmente dele.

Entrevista / 18 de agosto de 2022 - 08H 37m

Eleições 2022: Dayane Pimentel declara voto em Soraia Thronicke e diz que bandeira do mandato será saúde e educação

O Blog do Velame está realizando uma série de entrevistas com os candidatos a deputado estadual e federal com domicílio eleitoral, em Feira de Santana. Cada candidato é convidado a responder 5 perguntas, que são iguais para todos e buscam apresentar ao eleitor as ideias e propostas de cada um. A nossa terceira entrevistada é a deputada federal Professora Dayane Pimentel, que busca seu segundo mandato, desta vez, pelo União Brasil.

Confira:

1 – Caso eleito, qual será a principal bandeira do seu mandato?

Saúde e Educação são as pautas mais relevantes para mim a nível municipal. As pessoas precisam de atendimento digno e de uma educação de qualidade.

2 – Feira de Santana é sua principal base eleitoral? O que pretende fazer pelo desenvolvimento da cidade?

Sim. Minha base principal é Feira de Santana. Quero continuar investido na minha cidade, continuar investindo muito na Saúde, Educação, Infraestrutura e Esporte.

4 – Na sua opinião, qual principal problema da Bahia atualmente e o que o senhora pode fazer pra ajudar?

Segurança, Saúde e Educação. Continuarei direcionando emendas para essas áreas e continuarei buscando aprovar leis que tornem esses atendimentos mais eficientes para a população.

3 – Qual é a estimativa de gastos para a sua campanha?
O permitido por lei.

5 – Quem o senhora apoia para Governador e para Presidente?
Para governador Acm Neto e para Presidente Soraia Thronicke.

Entrevista / 17 de agosto de 2022 - 15H 22m

Eleições 2022: Desenvolvimento econômico adequado será uma das bandeiras de Zé Neto na Câmara Federal

O Blog do Velame iniciou uma série de entrevistas com os candidatos a deputado estadual e federal com domicílio eleitoral, em Feira de Santana. Cada candidato deverá responder 5 perguntas, que são iguais para todos e buscam apresentar ao eleitor as ideias e propostas de cada um. Agora, vamos conhecer um pouco mais sobre o candidato a deputado federal Zé Neto, do PT, que busca a renovação do seu mandato.

Confira:

1 – Caso eleito, qual será a principal bandeira do seu mandato?

Eleito, vou continuar na linha de ação que nós temos mantido no mandato atual. Trabalhando para que o Brasil possa ter um desenvolvimento econômico adequado e, esse desenvolvimento, alcance a agricultura familiar, serviços, alcance a indústria, o comércio e possa com o fomento público recompor as absurdas perdas que nós tivemos, em áreas como construção civil, ciência e tecnologia.

2 – Feira de Santana é sua principal base eleitoral? O que pretende fazer pelo desenvolvimento da cidade?

Pretendo continuar na nossa caminhada em busca de desenvolvimento para a cidade, numa ação junto ao governo do Estado, para que possamos fazer mais investimentos na infraestrutura da cidade.

Mas, fundamentalmente, continuar a defender bandeiras como a não venda dos Correios, da Petrobras, o retorno da Eletrobras ao controle público. A garantia que nós não vamos vender a nossa Caixa Econômica, o nosso Banco do Brasil, o nosso BNDES voltar a fazer fomento em desenvolvimento como era no passado. E tudo isso tem a ver com o desenvolvimento de Feira. E acho que nesse segundo mandato de deputado federal, Lula sendo presidente, nós vamos ter condição de ajudar e muito.

3 – Na sua opinião, qual principal problema da Bahia atualmente e o que o senhor pode fazer pra ajudar?

Na minha opinião, o principal problema do Brasil, que é o principal problema da Bahia, é a falta de encaixe do governo federal, nas políticas de desenvolvimento das áreas estratégicas dos estados e não é diferente na Bahia.

Nós precisamos recompor as políticas sociais. Voltar com o Minha Casa Minha Vida, que, aliás, em Feira de Santana e na Bahia foi extremamente importante para o desenvolvimento da nossa engenharia.

O que eu acho que é muito importante, é ver a Bahia ser reintegrada nesse processo de desenvolvimento, junto com o governo federal. Melhorando ainda mais a saúde, a Bahia é o estado que mais investe em saúde, seguramente, mas com recursos próprios. Então a gente precisa de mais recursos do governo federal para que essa área seja ampliada, especialmente para hospitais filantrópicos, como a Santa Casa de Feira, que passa por uma crise profunda, que se não fosse o Estado, estava fechada.

4 – Qual é a estimativa de gastos para a sua campanha?

O que nós pretendemos é gastar o fundo eleitoral e buscar fazer campanhas de arrecadação que possam nos trazer 10% ou 15% do fundo, para complementar a nossa campanha e eu vou ver se consigo fazer alguma doação pessoal. A nossa campanha normalmente não é muito cara. E se atém mais a gastos com comunicação, gráfica, logística, gabinete e pessoal, que este ano vai estar muito mais caro. Vamos trabalhar para ter uma campanha enxuta e fazer o máximo para economizar.

5 – Quem o senhor apoia para Governador e para Presidente?

Meu candidato a presidente é o presidente Lula, com Alckmin na vice. Para governador o querido amigo Jerônimo Rodrigues, com Geraldinho na vice. Espero que possamos manter a Bahia no rumo do desenvolvimento, dando continuidade ao nosso projeto de Estado. Projeto que já venceu quatro eleições, todas elas no primeiro turno. E buscar também contribuir para que o Brasil volte a ser feliz com o presidente Lula.

Entrevista / 16 de agosto de 2022 - 11H 16m

Eleições 2022: Saúde pública de qualidade será uma das bandeiras de Isaias de Diogo na Câmara Federal

A partir desta terça-feira, 16, de agosto, dia em que começa oficialmente o período eleitoral brasileiro, o Blog do Velame inicia uma série de entrevistas com os candidatos a deputado estadual e federal com domicilio eleitoral, em Feira de Santana.  Cada candidato deverá responder 5 perguntas, que são iguais para todos e buscam apresentar ao eleitor as ideias e propostas de cada um. Para começar, vamos conhecer um pouco mais sobre Isaias de Diogo, ex-vereador de Feira, candidato a deputado federal pelo PDT, nascido no bairro Feira X, que diz ter a saúde como uma das suas prioridades. Confira:

1 – Caso eleito, qual será a principal bandeira do seu mandato?

Sem sombra de dúvidas a defesa de uma saúde pública de qualidade. Os baianos não aguentam mais sofrer diariamente com o drama da fila de regulação. A nossa população pede socorro. Como agente de endemias e vereador por dois mandatos, conheço de perto esta dura realidade e sei como podemos mudar esse jogo.

2 – Feira de Santana é sua principal base eleitoral? O que pretende fazer pelo desenvolvimento da cidade?

Sim. Sou nascido e criado no bairro Feira X. Tenho muito orgulho das minhas origens e carrego Feira no meu coração. Como vereador já fiz muito pela cidade, sendo autor de diversos projetos de lei importantes. Sendo deputado federal poderei fazer muito mais. O que vemos hoje são muitos elefantes brancos pela cidade. Dinheiro público jogado fora. É inaceitável que uma cidade do nosso porte não tenha, por exemplo, um Centro de Convenções. Um equipamento que está lá abandonado. Temos um comércio tão forte, mas um aeroporto que não funciona.

Diferente de muita gente que promete e não faz, eu estive com o nosso futuro governador ACM Neto, em Salvador, e fui buscar a solução para essas demandas. Ele assumiu o compromisso comigo em entregar a conclusão do Centro de Convenções e o aeroporto funcionando. Temos registrado esse compromisso.

3 – Na sua opinião, qual principal problema da Bahia atualmente e o que o senhor (a) pode fazer pra ajudar?

Peço licença aqui para citar três principais problema, pois, de igual modo, penso que afetam a vida dos baianos e dos feirenses: a saúde, a educação e a segurança. Nosso estado ocupa o último lugar na educação e o primeiro em violência. Precisamos virar esse jogo. E a Bahia tem pressa. O que os nossos jovens precisam é de oportunidades. Vamos oferecer qualificação e apoiar as iniciativas de inserção no mercado de trabalho para o primeiro emprego.

Sendo eleito, destinarei emendas para a melhoria da educação na rede municipal e estadual. Terei um olhar especial por nossa zona rural, apoiando a moradia digna para as famílias em situação de vulnerabilidade e levando serviços de assistência social àqueles que mais precisam. É urgente também a valorização dos nossos professores que, muitas vezes, trabalham em condições precárias e sem a remuneração devida, assim como a garantia de melhores condições para os nossos profissionais de saúde e da segurança.

4 – Qual é a estimativa de gastos para a sua campanha?

Estes números exatos serão apresentados em breve, a partir da definição do partido. Mas o que já posso adiantar é que, o que formos gastar, será com total responsabilidade. Entendo que política se faz não só com os recursos, mas com o prestígio e o empenho do candidato, com a luta que estamos fazendo junto ao povo, que vê seriedade no trabalho e se junta à nossa batalha por uma Bahia melhor.

5 – Quem o senhor (a) apoia para Governador e para Presidente?

Estou fechado com o time da mudança. O time de ACM Neto. Entendo ser o candidato mais bem preparado. E quem já foi oito vezes o melhor prefeito do Brasil vai ser agora o melhor governador desse país. Aproveito para registrar o apoio ao nosso futuro senador Cacá Leão.

A respeito dos candidatos à presidência, estou acompanhando o projeto de cada candidato, o seu plano de governo, as propostas para o nosso país, para tomar uma decisão no momento oportuno. A campanha começou oficialmente dia 16 de agosto. Tenho preferência por um nome, mas esta é uma decisão que precisa ser amadurecida, uma vez que exige muita responsabilidade com o futuro do nosso país e do nosso estado.

Eleições 2022 / 11 de julho de 2022 - 11H 08m

TRE vai usar quase 15 mil modelos da nova urna eletrônica nas eleições 2022 na Bahia

No ano em que completa 90 anos da sua criação, a Justiça Eleitoral traz uma novidade para eleitoras e eleitores. Um novo modelo de urna, a UE 2020, será inaugurado nas eleições do próximo mês de outubro. O equipamento trará avanços em recursos de segurança, acessibilidade, transparência e agilidade. Na Bahia, das mais de 40 mil urnas eletrônicas previstas para a realização do pleito, quase 15 mil serão do novo modelo.

Conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a UE 2020 será utilizada por 64 zonas eleitorais, em 99 municípios baianos. A distribuição será de responsabilidade dos polos de Salvador, Ilhéus, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi e Ipirá. A estimativa é a de que, dos mais de 10 milhões de eleitores baianos, cerca de 3 milhões votem no novo equipamento.

Novidades

Neste ano, a urna eletrônica completa 26 anos. O projeto da nova urna foi desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e é totalmente nacional, customizado de acordo com as características do eleitor brasileiro, ou seja, intuitiva para facilitar a hora do voto.

Com novo design, a UE 2020 inaugura o reposicionamento do teclado do terminal do eleitor em relação à tela de LED. O equipamento traz ainda a reformulação do terminal de mesário, com adoção de uma tela touch screen, leitor de identificação biométrica com maior área de captura e substituição da bateria de chumbo ácido por baterias de LiFePo – Lítio-Ferro-Fosfato, o que gera menos custos de conservação por não necessitarem de recarga.

Outro destaque é a maior rapidez na identificação do eleitorado. Enquanto uma primeira pessoa vota, outra pode ser identificada pelo mesário. Isso possibilita a ampliação do número de eleitores por seção, o que contribui para acelerar o processo de votação e, desse modo, evitar a formação de filas.

A urna eletrônica (UE 2020) também possui processador do tipo System on a Chip (SOC), 18 vezes mais rápido que o modelo 2015. Outra inovação é a mídia de aplicação do tipo pen-drive, o que traz maior flexibilidade logística para os TREs na geração de mídias.

Acessibilidade

O novo modelo de urna eletrônica traz ainda importantes novidades em termos de acessibilidade, tanto para pessoas com deficiência visual quanto para o cidadão com deficiência auditiva. Para os deficientes visuais, a sintetização de voz foi aprimorada e, agora, também serão falados os nomes de suplentes e vices, sendo ainda possível cadastrar um nome fonético.

Já para as pessoas com deficiência auditiva, uma apresentação com intérprete de Libras foi incluída na tela da urna, de modo a indicar os cargos em votação. O novo recurso não é uma exclusividade da UE 2020 e será também implantado nas versões anteriores, a partir da UE 2009 até a UE 2015. Todas as eleitoras e todos os eleitores que adentrarem a cabine eleitoral terão acesso à ferramenta, sem a necessidade de realizar cadastro prévio ou pedir a ativação do recurso aos mesários.

Segurança

Assim como as urnas anteriores, o modelo UE 2020 não tem ligação com a internet. A urna utiliza o que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais. Tudo isso garante que somente o sistema desenvolvido pelo TSE e certificado pela Justiça Eleitoral seja executado nos equipamentos. Além disso, antes das eleições, as urnas passam por diversas auditorias.

Desde 2009, a urna conta com hardware de segurança que implementa a cadeia de confiança do software. Essa ferramenta, presente em todos os equipamentos desde então, garante que as urnas executem somente os programas desenvolvidos e assinados digitalmente pelo TSE.

Fabricação na Bahia

A montagem das urnas modelo 2020 ocorre na Bahia, em fábrica da Positivo Tecnologia, sediada em Ilhéus. Esta é a segunda vez que os equipamentos da Justiça Eleitoral são fabricados no estado. A primeira vez foi em 2002, quando a Unisys, empresa global de serviços e soluções de Tecnologia da Informação liderou o processo de fabricação de urnas na Bahia, na cidade de Camaçari, município que comporta empresas pertencentes ao Polo Industrial.

Política / 16 de abril de 2021 - 10H 08m

ACM Neto destaca opções para 2022 e papel de José Ronaldo em articulações

O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, disse na noite de quinta-feira (15) que não tem outra opção para as eleições de 2022 a não ser disputar o cargo de governador. Ex-prefeito de Salvador, Neto descartou qualquer possibilidade de ser candidato a outro posto eletivo no pleito do próximo ano, mas frisou que o momento ainda não é de definição, pois a prioridade é o combate à pandemia do coronavírus.  “Só tenho uma opção: disputar o governo da Bahia. Com isso, não estou dizendo que sou candidato ainda, porque tudo tem que ser tratado no momento certo. Não quero ser candidato a presidente, a vice-presidente, senador ou deputado. Agora, a confirmação de uma pré-candidatura acontecerá quando essa fase mais dura da pandemia passar. Hoje, a prioridade é superar a Covid-19. Mesmo eu não sendo mais prefeito, tenho obrigação de ser solidário a quem está sofrendo”, disse em entrevista ao programa Altos Papos, da Rádio Princesa FM de Feira de Santana.  ACM Neto afirmou ainda que o ex-prefeito de Feira José Ronaldo de Carvalho (DEM) tem papel de destaque nas articulações para 2022. “Zé Ronaldo, que tem conversado frequentemente comigo, pode ocupar qualquer cargo na vida pública da Bahia. É um homem de grande capacidade política, administrativa e tem palavra, compromisso. Mas como nem eu confirmei a minha candidatura ainda, não poderia atropelar as coisas e falar em composição de chapa”, ponderou.  “Zé Ronaldo é um nome que tem peso político e pode pleitear qualquer posição em uma chapa majoritária, sem dúvida. Mas tenho certeza que o objetivo maior dele, como é o meu, é oferecer o melhor caminho para a Bahia. Não colocamos o interesse individual na frente do interesse maior, que é o de ajudar a Bahia. Mas estamos fazendo um planejamento conjunto e Zé Ronaldo é uma das peças mais importantes na construção desse projeto em 2022”, acrescentou.

Feira de Santana / 16 de outubro de 2020 - 18H 44m

Exu e as eleições no nosso Estado nada laico

Por Daniele Britto

Em outubro de 2020, a  Revista Exame realizou uma tabulação dos dados atualizados do TSE e concluiu que existe um aumento de 34% no número de candidatos evangélicos nas eleições de 2020. Ao todo, são 4.915 inscrições, entre candidatos e candidatas a prefeitos/prefeitas e vereadores/vereadoras. E olhe que eles só levaram em consideração candidatos e candidatas que carregam a “insígnia” de pastores e pastoras.

Contabilizando os dados, a revista também concluiu que, no país, apenas 210 candidaturas se referem a candidatos católicos, 63 candidaturas são ligadas às religiões de matriz africana e três ao judaísmo. E em Feira de Santana, obviamente, o cenário não é diferente.

Quando a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Silva afirma que “É o momento de a igreja ocupar a nação” ou o presidente Bolsonaro diz que vai indicar um ministro “terrivelmente evangélico” para o STF, é algo que, de fato figura-se como “novo”, dentro do nosso Estado laico ou é fruto exclusivo dos ideais da direita? Creio que não.

Em 2008, o ex-presidente Lula foi ao Vaticano assinar um acordo bilateral com a Santa Sé no qual previa a obrigatoriedade do “ensino religioso católico e de outras confissões” nas escolas. Para piorar, o acordo também permitia que a Igreja Católica suprimisse direitos trabalhistas de sacerdotes e que planejamentos urbanos levassem em conta espaços para fins religiosos. Comissões foram formadas para questionar o acordo. A Procuradoria Geral da República se manifestou desfavorável ao acordo. E em 2017 o STF decidiu que sim, o ensino religioso pode ser de caráter confessional. Você consegue enxergar claras violações ao artigo 19 da Constituição? Eu também.

Uma pequena observação: não se engane. O PT também já tem orientações claras do seu líder maior para que o partido se aproxime dos evangélicos em todo o país. Seria, no mínimo, burrice agir de forma diferente.

Mas, qual a grande novidade de tudo isso? Absolutamente nenhuma. Estes dados revelam o que acontece desde 1550, quando crianças órfãs eram mandadas de Portugal para o Brasil para catequizar e promover o branqueamento da população do país. Paulo Rumualdo Hernandes em seu artigo “Meninos órfãos vindos do Reino para a América Portuguesa: mestiçagem cultural” relata recortes importantes dessa importação de crianças e o projeto dos jesuítas de “purificação” de um povo

Verdadeiramente, era uma dupla vantagem tais remessas, pois, além de trabalharem para os jesuítas nesta interação entre crianças indígenas e crianças portuguesas (crianças rapidamente aprendem um novo idioma e era o que queriam das crianças indígenas), Portugal também se livrara daqueles “problemas” que era ter órfãos pelas ruas causando problemas à Coroa.

O que se conclui com estas informações? O Brasil não é e nunca foi um Estado laico e sempre teve uma religião. “Deus” está, até mesmo, no texto do preâmbulo da Constituição que relaciona a promulgação à divindade cristã, quando diz “sob a  proteção de Deus”. O mesmo deus está nas nossas cédulas de dinheiro que trazem a frase “Deus seja louvado”.

Prossigo trazendo algo importante: dados do censo de 2010, computam que o pentecostalismo é majoritariamente a religião mais negra, mais pobre e mais presente nas periferias da cidade. Negros e pobres são a maioria da população do Brasil e a escolha da religião cristã é fruto o apagamento de identidades tangenciado pelo mito da democracia racial e demonização das religiões de matrizes africanas.

E quando olhamos os líderes evangélicos mais ricos do país tudo fica, literalmente, mais claro: homens brancos, numa clara reprodução das estruturas de poder que nos sustentam há séculos. Valdemiro Santiago, o único negro que estava elencado no ranking dos 6 líderes evangélicos mais ricos, já foi retirado da lista.

Uma informação relevante pra qualquer estratégia política é saber que, conforme o IBGE, em 2022, o número de católicos deve encolher para menos de 50% da população, decaindo em 10 anos para 38,6%. Já a previsão para os declarados evangélicos é que, em 2032, alcance os 39,8%, superando assim os católicos.

Não é por acaso que o presidente Jair Bolsonaro, que se dizia católico agora se batizou “nas águas”, aproximando-se dos evangélicos e transitando neste limbo de conveniência entre as duas vertentes. Católico ou evangélico? Os dois. Ou nenhum dos dois, se é que você em entende. E não falo apenas de Bolsonaro. Falo de diversos outros políticos e candidatos que utilizam a religiosidade como mote e Deus como cabo eleitoral.

Com toda certeza, pelo menos em Feira de Santana, não veremos nenhum candidato em campanha saudando Pomba Gira Sete Encruzilhadas no carro de som da carreata, nem vestindo um alaká africano ou soltando um sonoro “Eparrey, Oyá” no programa eleitoral veiculado às quartas-feiras. Nem mesmo um discreto fio de contas vai aparecer sem querer, ao contrário de bíblias embaixo do braço, versículos decorados e terços no pescoço.

Erra quem pensa que a reprodução das desigualdades e manutenção das estruturas de poder é um ato unicamente político e distante da subjetividade. Se optássemos por valores civilizatórios negro-africanos, também viveríamos longe de um estado laico, mas tudo seria bem diferente, acredito.

E nesta sexta-feira de calor intenso, saúdo Exu que traz consigo o princípio dinâmico da vida. Exu é o mensageiro entre dois mundos: este, em que os homens rogam e o outro em que os deuses acodem. Ou não.

Em um mundo mítico-ideal, este seria o meu candidato. Mas, ele, que é real, não precisa nem do meu e nem do seu voto pra fazer o mundo girar. Ainda bem.

Daniele Britto
Advogada e Jornalista
Mãe, feminista, antirracista e aliada na luta contra a homotransfobia
Pesquisadora no grupo Corpo-território Decolonial (Uefs)
Mestranda PPGE/Uefs

 

Feira de Santana / 05 de agosto de 2022 - 11H 06m

Jerônimo se solidariza com Zé Ronaldo após escolha da vice de ACM Net

O candidato do Partido dos Trabalhadores ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues, comentou, na manhã desta sexta-feira (5), sobre a escolha da empresária e dona da TV Aratu, Ana Coelho (Republicanos), para a vaga de pré-candidata a vice-governadora pela chapa de ACM Neto (União Brasil).

Em entrevista à Rádio Princesa FM o petista manifestou solidariedade ao ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), que também estava na disputa pelo cargo. “Me solidarizo com Zé Ronaldo pela história que ele tem na política baiana, com o respaldo que ele tem junto aos prefeitos do Portal do Sertão”, disse Jerônimo.

“O ex-prefeito mostrou mais uma vez quem ele é. Na eleição passada já tinha feito ato parecido com o próprio Zé Ronaldo quando lançou seu nome e não lhe prestou a atenção devida. Quantos do time da época do avô dele já foram limados na condução da política? Heraldo Rocha, Aleluia, Carlos Gaban, Imbassahy. Ele sempre será assim”, condenou o petista, ao afirmar que seu adversário nessas eleições fez uma opção por uma chapa comercial.

Ainda durante a entrevista, Jerônimo afirmou que ACM Neto fez uma opção por uma “chapa de herdeiros”. “A fotografia deixou claramente que é uma chapa que não olha para a Bahia, mas apenas para Salvador, uma chapa de pessoas que não conhecem o que é uma feira livre, que não sabem o que é andar de ônibus, que não conhecem a escola pública, que nunca precisaram de atendimento em um posto de saúde”, alertou.

“A gratidão sempre será a palavra de ordem. Aqui nós somos um time, uma família e sempre iremos acolher, zelar e respeitar os nossos aliados, sem excluir ninguém, mas fortalecê-los. Essa é a diferença do Time de Lula na Bahia”, acrescentou o ex-secretário da Educação do estado.

O presidente estadual do PT na Bahia, Éden Valadares, também se manifestou a respeito da escolha de Ana Coelho para assumir a vice de Neto. Segundo o petista, os outros postulantes ao cargo foram “preteridos pela sede de poder de Neto”. “Ali não tem espaço para projeto coletivo; é só ganância pessoal”, afirmou.

Política / 09 de março de 2021 - 09H 31m

Partido NOVO de Feira abre processo de seleção e formação de pré-candidatos

De olho nas Eleições de 2022, o Partido NOVO em Feira de Santana abre o processo seletivo de futuros pré-candidatos a deputados estaduais e federais para as próximas eleições. Os selecionados irão passar por um curso de formação promovido pela Fundação Brasil Novo. Segundo nota à imprensa do diretório municipal, o objetivo principal do NOVO para 2022 é a formação de uma nominata competitiva de deputados federais, para que possam ampliar a representatividade da cidade e do partido na Câmara Federal. A composição das chapas de deputados estaduais será avaliada e definida pelo Diretório Estadual, em conjunto com o Diretório Nacional, de acordo com a quantidade mínima de deputados federais formados e aprovados. O rito para a seleção de candidatos a  governadores, senadores e presidente será estabelecido nos próximos meses. A primeira etapa, de seleção, é gratuita e não é necessário ser filiado(a) ao NOVO. O participante deve preencher o formulário de cadastro com seu currículo e histórico de realizações, enviar um vídeo de apresentação e realizar o teste de alinhamento feito pela internet. Os resultados são analisados pelo Comitê de Avaliação. Essa comissão será composta por membros do Diretório Nacional, dos Diretórios Estaduais e Órgãos Partidários. Caso seja aprovado, o participante poderá participar do Curso de Formação de Candidatos. Para esta etapa, é preciso ser filiado(a) ao NOVO, estar em dia com as suas contribuições e pagar a taxa de inscrição. Leia o edital em: http://querosercandidato.novo.org.br/

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