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Política / 24 de fevereiro de 2026 - 03h 32m

Galeguinho questiona ação contra pequenos comerciantes da Fraga Maia e exige diálogo por parte da Prefeitura de Feira

Galeguinho questiona ação contra pequenos comerciantes da Fraga Maia e exige diálogo por parte da Prefeitura de Feira
Foto: Divulgação/CMFS
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A reação de vereadores às notificações feitas pela Prefeitura a pequenos empreendedores que atuam na Avenida Fraga Maia marcou a sessão desta terça-feira (24) da Câmara Municipal de Feira de Santana, com destaque para o pronunciamento do vereador Galeguinho SPA (União Brasil), que levou o tema à Tribuna e defendeu o diálogo com os trabalhadores informais.

De acordo com o parlamentar, comerciantes que vendem bolos, salgados e outras guloseimas nos fins de semana foram surpreendidos após serem informados de que não poderiam continuar com as atividades no canteiro central da avenida. Ele afirmou que os trabalhadores ficaram apreensivos com a possibilidade de terem as mercadorias recolhidas e procuraram apoio junto ao Legislativo.

“Não estou fazendo crítica, mas abrindo a mente da gestão e do secretariado, porque existem problemas maiores no município. São pais e mães de família que utilizam aquele espaço por algumas horas em busca do sustento. Falo isso com propriedade porque passo todos os dias pela Fraga Maia e vejo essas pessoas trabalhando, honrando seus compromissos e levando renda para dentro de casa. Existem outros problemas que poderiam receber mais atenção, enquanto esses trabalhadores usam apenas um espaço vazio para vender seus produtos de forma simples”, sugeriu o edil.

O vereador afirmou, ainda, que entrou em contato com a secretária municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Márcia Ferreira, que teria garantido a realização de uma reunião com os comerciantes. Para ele, o município precisa buscar alternativas que organizem o espaço público sem retirar abruptamente quem depende da atividade para garantir renda.

Após a fala de Galeguinho, o Professor Ivamberg (PT) também se manifestou e defendeu diálogo entre poder público e trabalhadores informais, lembrando a origem comercial da cidade. “Feira nasceu da feira livre e precisa lembrar dessa história. Antes de qualquer decisão, é necessário chamar essas pessoas para conversar e encontrar uma solução equilibrada. Estamos falando de trabalhadores que produzem, que movimentam a economia local e que buscam o pão de cada dia. Não se pode simplesmente retirar sem oferecer um caminho que seja bom para todos”, afirmou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico informou que notificou comerciantes que estavam atuando de forma irregular no canteiro central da Avenida Fraga Maia e determinou que não sejam instaladas barracas, mesas ou cadeiras no local.


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