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Política / 22 de abril de 2026 - 12h 28m

‘A gente não entende tanta malvadeza com aqueles que cuidam da educação no nosso município’, dispara Silvio Dias

‘A gente não entende tanta malvadeza com aqueles que cuidam da educação no nosso município’, dispara Silvio Dias
Foto: Leandro Santana/Blog do Velame
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Durante sessão desta quarta-feira (22), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Silvio Dias (PT) fez duras críticas à gestão municipal ao abordar dois temas que têm gerado forte repercussão entre os profissionais da educação: o reajuste salarial da categoria e a forma de distribuição dos precatórios do Fundef. Segundo o parlamentar, medidas recentes do Executivo indicam desvalorização da classe, representando prejuízos financeiros diretos aos professores.

O edil citou o exemplo do projeto de reajuste enviado à Câmara que não contemplava os profissionais aposentados, o que, segundo ele, contraria a lógica da carreira e a paridade salarial. Silvio Dias afirmou que a situação é inédita no município e questionou a motivação da proposta.

“A pergunta que se faz nessa cidade é o que as professoras e os professores fizeram de tão mal com o atual prefeito. A gente não entende tanta malvadeza, tanta desvalorização, tanto desrespeito com aqueles que cuidam da educação no nosso município. É um absurdo o tratamento dado por esse governo a essa classe”, declarou.

Em seguida, o petista reforçou as críticas à exclusão dos inativos do reajuste e cobrou explicações da gestão municipal. “Na semana retrasada nós votamos aqui um aumento que, para nossa surpresa, não incluía as professoras e professores aposentados. Isso nunca aconteceu. É uma carreira única, com paridade salarial. Qual a justificativa para isso? Qual a justificativa se não for a de querer maltratar essa categoria?”, questionou.

Além do reajuste, o vereador também apontou preocupação com a discussão sobre os precatórios do Fundef, alegando que há uma tentativa de não incluir os juros no cálculo dos valores destinados aos professores. Para ele, a medida fere o direito da categoria.

“Todos nós sabemos que o precatório é composto pelo principal e pelos juros. Faz parte do montante geral a ser distribuído, e os 60% destinados aos professores têm que incluir esses juros. Então por que Feira de Santana quer fazer diferente? Quer inovar prejudicando os professores? Os juros são direito da professora e do professor, é direito. Não é possível que essa Casa aceite o que veio do Executivo sem alterar. A emenda que inclui os juros precisa ser aprovada para que não haja mais injustiça com essa categoria”, concluiu.


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