Câmara de Vereadores de Feira deve ter nova sede e prédio atual pode se tornar museu, revela presidente
O presidente da Câmara de Vereadores de Feira de Santana, Marcos Lima (União Brasil), revelou, em entrevista ao Blog do Velame, que estuda a construção de uma nova sede para o Legislativo municipal em um terreno que deve ser cedido pelo Governo do Estado. A proposta, segundo ele, busca acompanhar o crescimento da cidade e oferecer melhores condições de funcionamento à Casa da Cidadania.
“O planejamento que a gente tem, no futuro, de uma cidade do porte de Feira de Santana, é ter uma estrutura melhor para atender o Legislativo feirense. Uma cidade que tem mais de 700 mil habitantes, mais de um milhão de pessoas circulando diariamente, então a gente entende que é uma cidade que precisa ter um Legislativo com uma qualidade de atendimento à população, aos próprios vereadores também e aos órgãos de governo”, afirmou Marcos Lima.
De acordo com Marcos Lima, o projeto está em fase de articulação com o Governo do Estado e prevê que o terreno tenha cerca de 10 mil metros quadrados, localizado nas imediações do Centro de Convenções ou do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), próximo à Avenida Presidente Dutra.
“Estamos na expectativa, já que teve uma conversa boa com o governador, que foi muito solícito e encaminhou para que a gente pudesse conversar com a equipe dele de governo. Está bem encaminhado. Se der certo, vamos dar prosseguimento, sim, é um desejo nosso como presidente da Câmara levar essa mudança aí para o Legislativo. É uma coisa que vai ficar para a cidade”, completou ao blog.
Marcos Lima adiantou ainda que o atual prédio da Câmara deve continuar sob responsabilidade do Legislativo, com a intenção de transformá-lo em um espaço voltado à preservação da memória política local. “Temos a intenção de continuar em poder do Legislativo feirense e poder transformar ali em uma área de museu, contando a história política de Feira de Santana. A cidade está indo para 200 anos e como é que está a história política? Quem vai contar essa história? Como vamos manter viva essa memória?”, questionou.