Câmara de Feira instaura CPI das Cooperativas
A Câmara Municipal de Feira de Santana instaurou mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Com 11 assinaturas, os edis prometem investigar a atuação das cooperativas que mantém contrato com a Prefeitura. A CPI é um pedido da bancada de oposição e contou com a assinatura do grupo liderado pelo presidente da Casa, o vereador Fernando Torres (PSD). “Feira necessita disso há mais de 20 anos”, declarou. O vereador Silvio Dias (PT), autor da proposta, comentou a criação da CPI. “Cooperativas que são cotidianamente alvo de denúncias por parte da população e já passou da hora de serem investigadas”, ressaltou o petista ex-diretor do Detran.
OUTRA CPI
A CPI da Cesta Básica, continua suspensa cumprindo liminar expedida pela Vara da Fazenda Pública. A CPI foi aberta para apurar supostas irregularidades na distribuição de cestas básicas e de leite, no período de campanha eleitoral no ano passado, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.
Secretário propõe mudança no critério de distribuição da vacina contra a Covid-19 para os municípios
De acordo com Vilas-Boas, “o Ministério da Saúde já reconheceu que ao adotar a última campanha da Influenza como base para distribuição da vacina contra a Covid-19 para os municípios, criou assimetrias, onde há localidades com mais de 80% da população vacinada, enquanto outras, tem pouco mais de 30%. Diante disso, farei a proposta para que a distribuição seja proporcional ao número de habitantes de cada município em relação ao estado e que a imunização seja exclusivamente por idade ao invés de grupos prioritários”, afirma o secretário.
O número de pessoas acima de 18 anos na Bahia está estimado em 11.148.781 de habitantes. Com 4.243.404 vacinados com a primeira dose, o estado já atingiu mais de 38% da população projetada. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/
Primeira dose contra Covid para nascidos em 1968, na UniFTC, nesta quinta
Após corte nos salários, sindicalista diz que professores da rede municipal “chegaram a passar fome”
Em meio à pandemia da Covid-19, professores da Rede Municipal de Ensino precisaram receber cestas básicas da Associação dos Professores Licenciados do Brasil (APLB) após os cortes das gratificações e adicionais então recebidos em seus vencimentos. A informação é da presidente do sindicato, Marlede Oliveira, que contou que a distribuição dos alimentos foi necessária porque, com a redução de 20% a 70% na remuneração, alguns professores “chegaram a passar fome e necessidades”. Ao utilizar a tribuna livre da Casa da Cidadania durante a sessão ordinária de terça-feira (15), Marlede disse que os alunos das escolas municipais de Feira de Santana também estão desassistidos. Segundo ela, as crianças e jovens estão há meses sem receber o “kit alimentação”, ainda que o Executivo receba os recursos para a aquisição dos itens. Além do pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), recentemente pautado em audiência pública da Câmara Municipal de Feira de Santana, outra reivindicação da APLB é a reformulação do Plano de Carreira de professores e funcionários da Rede Municipal de Ensino, atualizado pela última vez em 1992. É importante, segundo Marlede, que o plano seja revisado para atender as necessidades dos profissionais de ensino que, muitas vezes, “não têm direito a fazer mestrado e doutorado porque não há liberação”.
Bahia receberá 300 mil doses da vacina Sputnik V em julho
Prefeitura descumpre lei que incorpora gratificação ao salário após 10 anos, denuncia agente comunitário
A Prefeitura de Feira de Santana está descumprindo a lei que determina incorporação, ao salário, de gratificação paga pelo poder público aos seus servidores durante 10 anos. O problema está prejudicando os agentes comunitários do Município, conforme denúncia feita pelo presidente do sindicato da classe, Nelson do Rosário, nesta terça (15), na Tribuna Livre da Câmara. “A legislação é de 2017 e garante que toda gratificação mantida por esse período não pode ser retirada da remuneração do funcionário”, afirma. Segundo ele, AJE (Adicional de Jornada Excedente) não está sendo pago e uma pequena quantia extra de R$ 75,00 recebida por esses trabalhadores também foi cortada, meses atrás. Uma verba superior a R$ 700 mil, disponibilizada pelo Ministério da Saúde para rateio entre os servidores da área, não chegou ao bolso dos agentes comunitários, assim como o “incentivo” de R$ 1.500,00 para cada um deles, igualmente repassado pelo órgão federal. De “bolso vazio”, o agente comunitário pode parar, adverte. A categoria reclama ainda de fardamento, que não recebe desde 2016. Mesmo integrando a “linha de frente das ações de saúde” durante a pandemia de coronavirus (dois agentes morreram da doença, conforme o dirigente), o prefeito Colbert Martins, “que é médico, assim não nos reconhece”, protesta. “Ele está tirando tudo”, brada o dirigente, dando como exemplo o caso de uma agente grávida que “perdeu (o direito) a insalubridade”. Nelson propõe que as diversas categorias de servidores municipais criem um fórum para que se unam em torno de objetivos comuns, “ou ele (o prefeito) vai passar por cima de nós como um rolo compressor”.
Vereadores brigam durante sessão na Câmara de Feira
A sessão na Câmara de Feira de Santana foi encerrada, nesta terça-feira, 15, por conta de uma briga entre vereadores. A informação é do presidente da Casa, Fernando Torres (PSD). Segundo ele, uma “briga corporal” ocorreu no plenário entre os edis Lulinha (DEM) e Jurandyr Carvalho (PL) durante período em que a sessão estava suspensa por 15 minutos. “Vou encerrar para Lulinha esfriar a cabeça e ver que a Casa da Cidadania não é lugar de briga”, disse ao anunciar o encerramento da sessão. Ainda no plenário, o vereador Lulinha negou a briga e disse ter sido ofendido por vereadores. “Fui ameaçado por audio e em programas de rádio”, justificou. O vereador Luiz da Feira, corregedor da Câmara solicitou acesso as imagens das câmeras para apurar o que realmente aconteceu.
Primeira dose contra Covid volta a ser aplicada nesta terça-feira
Nesta terça-feira, 15, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai recomeçar a aplicação da primeira dose contra a Covid-19, na Escola Municipal Valdemira Alves de Brito, localizada no bairro Tomba, das 8h às 17h. Poderão ser vacinadas pessoas nascidas em 1967, gestantes e puérperas (até 45 dias pós parto), além dos outros grupos prioritários. Na última sexta-feira, 13, Feira de Santana recebeu 7.410 doses da vacina Pfizer para aplicação em primeira dose contra a Covid-19. No entanto, as seringas e os diluentes só foram entregues nesta segunda.
É importante ressaltar que a vacinação de grupos prioritários segue até o dia 15 de junho. A partir do dia 16, a imunização da população seguirá exclusivamente o critério de idade. Caso a pessoa se enquadre em um grupo prioritário e não seja vacinado nesse prazo, terá que respeitar o critério da data de nascimento para ser imunizado posteriormente.
Veja quais são os grupos e os documentos necessários:
Pessoas nascidas em 1967 – RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Gestantes e puérperas (até 45 dias pós parto) – Para serem vacinadas é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de risco e benefícios, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Pessoas com comorbidades a partir de 18 anos, incluindo lactantes – Devem apresentar RG, CPF e comprovante de residência, receita ou relatório médico que comprove a comorbidade.
Trabalhadores do setor rodoviário a partir de 18 anos – Devem apresentar cadastro ou algum documento que comprove vínculo de atuação na área, RG, CPF e comprovante de residência. Estão incluídos motoristas de vans, transporte escolar, ônibus urbanos e intermunicipais – público ou privado.
Trabalhadores da limpeza pública a partir de 18 anos – Devem apresentar cadastro ou algum documento que comprove vínculo de atuação na área, RG, CPF e comprovante de residência.
Trabalhadores da Educação a partir de 18 anos – Devem apresentar o último contracheque ou Carteira de Trabalho. Nos casos de Pessoa Jurídica (PJ), deve ser apresentado o contrato de trabalho que comprove vínculo com a instituição de ensino, além de RG, CPF e comprovante de residência.
Trabalhadores da Segurança Pública e Forças Armadas a partir de 18 anos – Devem apresentar RG, CPF e comprovante de residência. Serão vacinados somente aqueles que estejam em pleno exercício das atividades, de acordo com a lista de profissionais disponibilizada pelas corporações. Podem ser vacinados policiais militares, civis, rodoviários, federais e penais, agentes penitenciários, bombeiros militares e civis, guardas municipais, guardas de trânsito e salva-vidas.
Pessoas com HIV/ Aids – Pessoas que convivem com o HIV/Aids, maiores de 18 anos, podem receber a primeira dose da vacina com a apresentação de atestado médico ou receita com medicação contínua, RG, CPF e comprovante de residência. Também podem ser vacinados no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda.
Decreto estadual proíbe venda de bebida alcoólica no fim de semana e no São João
Continua vedada, em todo o território baiano, a prática de quaisquer atividades esportivas coletivas amadoras até 29 de junho, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomerações.
Prefeitura inicia atualização de imóveis abandonados do Minha Casa, Minha Vida
Um levantamento da Secretaria Municipal de Habitação de Feira de Santana vai apontar a quantidade de imóveis do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) que estão desocupados. Essa é uma solicitação que atende o Ministério Público Estadual. Segundo a titular da pasta, Cintia Machado, no último levantamento, realizado no ano passado, foram identificadas 705 unidades nestas condições. “São imóveis abandonados ou que nunca foram ocupados. Eles devem ser repassados a outros beneficiários que dependem de moradia”, afirma. Para isso, acrescenta a secretária de Habitação, o MP solicitou a atualização cadastral dessas moradias. No município existem ao todo 45 empreendimentos do MCMV. “Esse novo levantamento vai indicar a situação atual desses imóveis e os dados serão entregues ao MP”.
Aplicação da segunda dose contra Covid-19 continua nesta segunda-feira
Após arrombamento de UBS, Prefeitura suspende aplicação de vacina neste sábado
Beijo mais demorado: o concurso de Dia dos Namorados que mobilizava Feira de Santana
O ano era 1997. Os participantes de um concurso realizado na Galeria Arnold Silva não sabiam, mas estavam entrando para história das resenhas feirenses. Era o “Concurso do Beijo”, realizado pela administração do Arnold, que naquela altura, com sua escada rolante mão única, era tido como o shopping da cidade.
O evento servia para promover as vendas Dia dos Namorados, atraía adultos e principalmente adolescentes à avenida Senhor dos Passos para assistir a competição beijoqueira. Um palco era montado na área externa da galeria e a plateia ficava ao redor assistindo os casais se beijarem longamente em busca de um significativo prêmio de cinco salários mínimos. A jornalista Eveline Cordeiro, que na época tinha 12 anos, é uma das testemunhas de que o concurso realmente acontecia. Ela releva que estudava na escola Castro Alves e uma das diversões da sua turma quando acabava a aula era ir assistir a competição. “Acompanhávamos e fazíamos apostas para acertar o casal ganhador”, lembra.
O Blog do Velame procurou um dos idealizadores do concurso, o administrador do Arnold, Jucimar Pedreira. Segundo ele, foram realizadas duas edições, porém não guardaram nenhum registro fotográfico dos eventos. Mas a memória foi suficiente para guardar uma história engraçada da época. “Um sobrinho participou e de última hora, tava pra vencer, só que ficamos com receio dele ganhar e os lojistas acharem que era proteção, porque tínhamos prêmios bons em dinheiro. Até hoje ele se queixa de que tirei o prêmio dele e demos o segundo lugar”, conta rindo.
O CONCURSO
Após várias etapas classificatórias semanais, três casais foram para a disputa final. O concurso acontecia das 8 às 20h com intervalos alternados para alimentação e necessidades fisiológicas. Uma comissão julgadora acompanhava e não permitia a separação dos lábios dos concorrentes. Além do beijo, era obrigatório que os casais se apresentassem usando fantasias. Na final do dia 11 de junho de 1997, o casal vencedor usava um look black-tie, o casal vice-campeão usava fantasia de anjo e o casal terceiro colocado vestia roupas caipiras em homenagem ao São João.
Um desses finalistas era o empresário Paulo César de Oliveira Filho, que na época tinha 19 anos. Ele é o sobrinho de Jucimar, “impedido de ganhar”. “Participamos mais por uma brincadeira por Jucimar ser meu tio. Na época, a mãe de meu filho estava grávida e tinha 15 anos de idade. Hoje meu filho tem 23 anos”, conta.
Paulo César revela que por tempo de beijo, cerca de 30 horas, o prêmio de primeiro lugar deveria ter sido dele e da esposa, entretanto ele teve a premiação suspensa pelo tio, administrador da galeria. Apesar da frustração de perder o primeiro lugar no “tapetão”, ele considera a experiência boa. “Foi muito interessante, uma experiência boa para um casal jovem”, ressaltou em um audio enviado pelo WhatsApp, ao blog.
E você, toparia beijar muito por um prêmio de cinco salários mínimos?
Rui critica postura de Bolsonaro contra uso de máscaras
Prefeitura de Feira estende funcionamento de restaurantes e bares até 22h30
Feira recebe 9.350 doses de Oxford; aplicação de 1ª dose retorna nesta sexta-feira
Colbert vai entrar na justiça para receber vacinas da Janssen
Mercado de pitaya ainda está aberto e Bahia pode ser pólo produtivo do país
Segundo o especialista, é possível produzir pitaya em uma pequena área e o cultivo é fácil e lucrativo. Por hectare, afirmou Nolasco, são produzidas entre 30 e 60 toneladas, o que pode resultar em uma receita média de R$ 150 mil hectare/ano. “A produção da pitaya tem a cara da agricultura familiar. Mas há necessidade de uso de tecnologias que se torna mais viável quando há um agrupamento de produtores envolvidos. Isso pode alongar a produtividade e a comercialização da pitaya”, afirmou o professor, acrescentando que o mercado de pitaya ainda está aberto no Brasil e, de forma organizada, há muito o que crescer. Ainda de acordo com Nolasco, é muito importante ter um pólo de produção no país para atrair as grandes indústrias. Além do consumo do fruto in natura, há inúmeras possibilidades de beneficiamento, como para produção de gêneros alimentícios, a exemplo dos iogurtes, geleias e bebidas, e também para fins cosméticos e farmacológicos. O professor afirma que, da forma como a Bahia está começando neste mercado, de forma organizada, será possível um grande crescimento em pouco tempo.
Presente no evento, o secretário de Agricultura do Estado da Bahia, João Carlos Oliveira, também agrônomo, ressaltou as vantagens do Brasil e da Bahia no campo da agricultura. “Temos uma coisa que nenhum outro país tem, que é luminosidade todo dia, capacidade de ampliação de área, capacidade de irrigação que poucos países têm, além da própria identificação muito forte com a agricultura”, disse. Oliveira se comprometeu a incentivar a cultura da pitaya no estado e acrescentou que, inclusive, é uma orientação do governador Rui Costa a diversificação da produtividade agrícola. “Vamos buscar a construção coletiva, junto com as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Rural, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional, reunindo técnicos, agricultores e lideranças para buscar o crescimento da cultura”, declarou.
Experiências
Produtor de pitaya, Rafael Rodrigues, relatou, em participação no seminário, que deu início à cultura da pitaya no Sul do país e passou a comercializar para uma rede de supermercados, mas na região só era possível colheita de janeiro a maio e surgiu a demanda para todo o ano. Com isso, percorreu outros estados para descobrir um local que possibilitasse o cultivo ao longo dos 12 meses e se instalou em Belém do Pará. “Levamos o professor Dejalmo e começamos a desenvolver essa cultura. Fizemos parcerias sólidas no Sul e em São Paulo. Hoje, os clientes ligam e a gente ainda não consegue atender a grande demanda”, frisou. Disse ainda que economicamente é uma fruta que está se diferenciando de outras pelo valor agregado para o produtor rural e que já há financiamento disponível no país para essa produção.
Produtor baiano de Senhor do Bonfim, Aparício Pelegrine Junior também contou sua experiência que começou com em julho de 2020 e no final do ano teve produção de cerca de uma tonelada, com comercialização no mercado local. Agora, Pelegrine diz que é o momento de preparar o pomar para a próxima safra e as expectativas são as melhores possíveis, para colheita e venda.
A cultura da pitaya no país acaba de ganhar mais força com a recente criação da Associação dos Produtores de Pitaya no Brasil, presidida por Afif Jawabri. Também presente no seminário, ele parabenizou o deputado pelo incentivo à produção da pitaya na Bahia. “O que vocês estão fazendo aí é justamente o que pensei em fazer no Pará. Vocês estão começando muito bem, do jeito certo, procurando orientação técnica”, valorizou.
Além da realização do seminário, Angelo sugeriu ao Governo do Estado que inicie estudos para difundir a cultura da pitaya na Bahia, e quer fazer novas ações para o incentivo dessa cultura agrícola. “Temos que pensar a médio e longo prazo, para construir uma cadeia produtiva e não deixar o pequeno produtor só”, frisou.
Mais sobre a pitaya
Fruto de várias espécies de cactos, a pitaya é nativa de regiões da América Central e México. Há três tipos: a branca, que tem casca rosa, é branca por dentro e a mais fácil de encontrar no Brasil; a vermelha, que tem uma cor rosa-avermelhado por fora, é rosa-vermelha-púrpura por dentro e também encontrada no Brasil; e a amarela, que tem casca amarela, é branca por dentro e mais comum na Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Além do consumo in natura, é usada para produção de sorvetes, saladas, vinhos e também cosméticos.
Outras informações sobre o fruto podem ser encontradas no canal Professor Pitaya (www.professorpitaya.com.br).
Prefeitura investe em aluguel e reparo de propriedade privada enquanto escolas necessitam de reforma
Vacinação para grávidas e puérperas continua na UniFTC nesta quinta
Nesta quinta-feira, 10, continua a vacinação de gestantes e puérperas (até 45 dias pós parto) contra a Covid-19. A imunização será realizada exclusivamente na UniFTC, na avenida Artêmia Pires, das 13h às 17h. Para serem vacinadas é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de risco e benefícios, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.