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20 de setembro de 2022 - 08h 45m

Espetáculo “Lucas da Feira: O sujeito antes mito” retorna aos palcos neste final de semana

Espetáculo “Lucas da Feira: O sujeito antes mito” retorna aos palcos neste final de semana
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Na próxima sexta e sábado, estará em cartaz a peça “Lucas da Feira: O sujeito antes do mito”, um espetáculo realizado pelo Grupo Recorte de Teatro de Feira de Santana. A apresentação acontece nos dias 23 e 24 de setembro, às 20H, no Teatro CUCA e os ingressos poderão ser adquiridos pelo Sympla ou na bilheteria do teatro no dia do espetáculo. Em seu enredo, a peça teatral conta a história de Lucas da Feira, uma figura mitológica de Feira de Santana na primeira metade do século XIX, chamando atenção da Bahia e do Brasil sendo considerado, por muitos, dono das matas de Feira, Cachoeira e São Gonçalo.

Sobre a obra:

A peça conta a história de Lucas Evangelista que foi eternizado como lenda, mito, herói e bandido, sendo considerado dono das matas e estradas em torno da Feira de Santana, Cachoeira e cidades vizinhas. Durante a primeira metade do século XIX, Lucas juntamente com um banditismo social inato e de resistência ao sistema escravista, ganhou reconhecimento na história da Bahia e do Brasil. A peça, sob direção e roteiro de Fernando Souza, traz a trajetória do sujeito Lucas desde a infância até a formação do seu bando e sobretudo nas particularidades do homem escravizado antes da lenda.

Segundo o diretor, a mensagem principal da obra é resgatar a história não só de Feira, mas também da Bahia e do Brasil, através de uma figura que desafiou um sistema de forma revolucionária. “A peça Lucas da Feira é um resgate histórico memorial sobre Feira de Santana, sobre a Bahia, sobre o Brasil colonial, sobre escravidão, sobre preconceito, sobre o que era ser homem e mulher escravizado e também sobre uma figura mitológica que desafiou o sistema. Um escravo fugido que sobreviveu 20 anos lutando contra esse sistema. Então é um espetáculo que reafirma o poder que esse personagem teve”, conta Fernando.

Através do espetáculo, é possível conhecer essa figura histórica e as mazelas deixadas pelo sistema escravista como preconceito e racismo. Um espetáculo lindo, com um processo de construção e pesquisa do século XIX bem fundamentado e bastante dinâmico com 14 atores em cena.


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