PSOL do Feiraguay
O PSOL de Feira de Santana virou notícia — e não foi por causa de nenhuma pauta progressista. O partido está sendo acusado na Justiça Eleitoral de fraudar a cota de gênero em 2024 e ainda deixar uma candidata endividada. Jaqueline Riquelme, que teve votação baixíssima, não fez campanha e chegou a pedir votos para Jhonatas Monteiro nas redes, foi declarada inelegível após a Justiça entender que sua candidatura foi apenas “de fachada”. Mas o caso piora: ao depor, Jaqueline revelou que dos R$ 95 mil recebidos do fundo eleitoral, só R$ 8.724 foram realmente usados por ela. O restante — mais de R$ 86 mil — teria sido redistribuído pelo partido para candidaturas masculinas sem sua autorização, o que caracteriza desvio e uso irregular de recursos. E tem mais: segundo a própria Jaqueline, o partido ainda deixou em seu nome uma dívida de R$ 40 mil. Fraude, desvio do fundo eleitoral e endividamento de candidata. Para um partido que vive discursando sobre ética, democracia e direitos das mulheres… a prática não poderia ser mais contraditória.