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Bahia / 20 de abril de 2026 - 11h 48m

Sessão solene na ALBA celebra os 50 anos de história da UEFS

Sessão solene na ALBA celebra os 50 anos de história da UEFS
Foto: Divulgação/UEFS
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Em uma sessão especial que reuniu memória, resistência política e exaltação ao conhecimento, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) homenageou os 50 anos de história da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

A deputado Olívia Santana (PCdoB), autora da iniciativa, destacou o papel revolucionário da instituição no processo de interiorização do ensino superior. Segundo a parlamentar, a UEFS permitiu que o desenvolvimento científico rompesse as fronteiras da capital e chegasse ao sertão, possibilitando que filhos de trabalhadores rurais conquistassem títulos de doutorado sem abandonar suas raízes.

A reitora da Uefs, Amali Mussi, por sua vez, reforçou que a universidade, embora nascida de um projeto de desenvolvimento regional, transformou-se na “casa do povo do semiárido”. A gestora salientou que o jubileu de ouro deve vir acompanhado de uma responsabilidade renovada com o futuro, destacando que a excelência acadêmica depende intrinsecamente da valorização profissional e da garantia da autonomia universitária, condição essencial para que a ciência floresça livre de amarras.

O caráter estratégico das universidades para o desenvolvimento do estado também foi pautado pela deputada federal Lídice da Mata. Representando a bancada baiana na Câmara Federal, a parlamentar afirmou que não existe progresso possível que não passe pelo fortalecimento da universidade pública. Ela reafirmou o compromisso do mandato em defesa do orçamento e da autonomia das instituições, classificando a interiorização promovida pela Uefs como uma das maiores vitórias sociais da história recente da Bahia.

Além do teor político e institucional, a solenidade foi enriquecida por manifestações culturais que refletem a diversidade do campus. A programação contou com a performance artística do grupo Anarcas e uma intervenção da estudante Taline Silva Leandro, que declamou o poema “Dor não contada, culpa mascarada”. A obra, um manifesto contra a violência à mulher, emocionou o público e reforçou o papel da universidade como espaço de sensibilidade e enfrentamento às questões sociais.

O evento contou com a presença da vice-reitora da Uefs, Rita Brêda, além de gestores, lideranças estudantis, representações sindicais e diversas autoridades políticas, que unificaram o discurso em torno da educação pública, gratuita e de qualidade como pilar para uma sociedade mais justa.


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